domingo, 28 de outubro de 2012

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

              Continuação:

              Malaia

            (Contos e Cronicas)

            Introdução
            Depois de um dia fatigante das caminhadas pelo deserto, olhando com a curiosidade de quem procura algo, observei toda a vida daquelas paisagens, as caravanas, os oásis, as tendas, enfim todo o cenário oriental. Tudo para mim era como um sonho e sob essa impressão caminhei ...caminhei... Já ao anoitecer aproximei-me de uma tenda coberta com tecidos feitos de cabelo de cabra na sua rudeza primitiva. Uma saudação de paz que havia aprendido com meus amigos árabes no Brasil, exclamei:
"SALAMALAIKUN!..." ( saudações)
De dentro da tenda um humilde ancião respondeu-me com a voz já cansada pela idade- "ARLA BEL DAIF" (Seja bem vindo).
Entrei e pedi ao velho hospedagem para mim, meu acompanhante e nossos camelos. Num gesto pródigo e acolhedor que caracteriza a hospitalidade peculiar aos beduínos, nos recebeu da melhor maneira.
               Na tenda do ancião que ali vivia acompanhado de sua família, nos foi servido o que de melhor dispunham, azeitonas, queijos e carne, tudo do que reservavam para os hospedes, e assim vivi a vida que sonhava viver.
                    Falando um árabe mal traçado, comecei a conversar com todos formando em torno de mim um ambiente de amizade cordial.
                 Apos o jantar fomos para outro canto do aposento e então começou a SARRIE ( cantos, danças e conversas), falamos de tudo sobre a vida nos desertos. Como desejava ouvir do ancião algumas historias acerca de seu povo, seus costumes e sua gente, falei-lhe.
_ Hospitaleiro e venerável ancião, ALAH ITULÊL OMRAK (Deus esteja com você) , desejaria ouvir algumas lendas, quero que me conte algumas histórias das que aprendeste do decorrer de vossa longa vida.
Atendendo ao meu pedido, foi o ancião cruzando as pernas por sobre o tapete em que estávamos sentados e prendendo por entre os dedos longos e magros a "NARQUILE" ( uma peça feita para fumantes), não titubeou e respondeu-me incontinente  com a maior boa vontade e disposição.
                  _ Meu filho, sejam bem vindos, você, seu acompanhante e seus camelos. Sei de muitas lendas, é natural na minha idade, mas a vossa curta demora entre nós não permitirá que conte todas, então contarei algumas. Atente bem é uma linda história...

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Oi, gente visita Luzdosgirassois, bom dia.

Volto a escrever e dessa vez para falar e narrar um livro escrito pelo meu pai Rubens Massud (in memoriam).

MULAIA
contos & cronicas

                                                               O Autor

Mulaia é um livro de lendas e cronicas que escrevi com o intuito de difundir as leis, costumes e dedicação do lendário e misterioso povo árabe. Essas lendas e cronicas foram inspiradas nas muitas conversas e pesquisas que fiz sobre o assunto, também  ouvindo meu pai Khalil Massud contar-me histórias sem fim que adornam o folclore oriental, adaptei-as a minha modesta cultura e escrevi MULAIA.
Não sei se vai agradar ou desagradar mas o fato é que aí está meu segundo livro.

                                                          RUBENS MASSUD



"Será que as circunstancias nos permitirão ouvir as canções dos beduinos e suas declamações guerreiras, enchendo o nosso peito do hino fascinante de MULAIA."
                                                               
                                                               Gibran Khalil Gibran


Do comendador
Luis Da Câmara Cascudo

Sr. Rubens Massud

                 Foi com prazer que o acompanhei em sua emocional viagem através dos "Aspectos Libaneses", em viva e simpática evocação a terra ilustre onde mergulha uma das raízes históricas do nosso panorama cultural do mundo. Os valores mais sensíveis de sua moça inteligencia tem comunicação afetuosa nesse ensaio que é um real serviço divulgativo do Líbano á compreensão Brasileira, que pouco conhece.
Minha velha admiração já se expressou na Republica de 03-02 -1949, "A REPUBLICA DO LÍBANO E O BRASIL", merecendo uma gentil carta da sua respectiva legação no Rio de Janeiro.
Agora seu livro reaviva o lume desse solidarismo intelectual, o que muito agradeço ao jovem e brilhante autor que é realmente já um credor das duas pátrias, o Brasil e o Líbano.
                                                   
                                                     Cordialmente
                                          Ass) Luiz da Câmara Cascudo
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quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Chegada das amigas de Natal, Gracy e Rosa.
Recebi a visita das amigas de Natal , Gracy e Rosa

Estiveram comigo  dia 27-05-2002

Oi gente, estou de volta.
Ultimamente tenho feito longas postagens no meu Blogger Luzdosgirasois, hoje eu  quero escrever mais um pouquinho.

 Sabe quando a gente derrepente esbarra no passado e fica feliz lembrando de fatos e pessoas que de uma ou de outra forma marcaram nossa vida com coisas boas, alegres, divertidas? Vou postar umas fotos assim, cheias de bons momentos, primeiro por essas amigas estarem longe, uma em Curitiba, a Laisinha e a outra em Natal a Gracy minha irmãzinha do coração, ela e a Rosa, e segundo por ter tido a oportunidade de nos encontrar depois de tantos anos. Encontrar essas pessoas é um verdadeiro  aniversário do coração como escreveu Sarah Bam.
Com a Laís em Curitiba, dia 21-03-2002
Não so minha amiga Laisinha, revi e convivi com uma parte dos meus familiares que não via ha bastante tempo, minha prima Cleide e sua linda família que me receberam com muito carinho, e de conhecer essa cidade linda e agradável do Rio Grande do Sul, a cidade de Curitiba.
Passear é meu forte, adoro viajar, viver bons momentos de alegria, curtir o belo, divagar minha imaginação, criar momentos e coisas que me fazem bem. Sei que são curtos, pequenos espaços de um tempo que ficará eterno por que são bons, e durarão sempre em minha memória porque são únicos.
Gostei imensamente da tarde que passamos juntas.
Formatura da Carol
Com Flory e Cleide pais da Carolina

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Viagem a Cingapura





                                              Como  estou passando 3 meses nessa cidade fantástica, versátil, organizada, e badalada, posso me estender com calma e conhecer também com calma os melhores e mais importantes pontos turísticos.
Ai estou no passeio a pé pelo Clarke Quay
O começo da nossa caminhada
                                                         Não se pode ir a Cingapura sem conhecer o complexo Quay, a pé e de barco. Esse complexo engloba toda a extensão do Rio Cingapura e suas margens, o velho e o novo num maranhado de prédios moderníssimos e armazéns do antigo cais da era Inglesa.




                                                       Começamos a caminhada pelo Clarke Quay, O Robertson Quay, assamos pelo Boat Quey, terminando no Complexo Marina que também pertence ao complexo Quay. Pelos caminhos de ruas estreitas e largas, vimos belos jardins, antigas docas, belos armazéns de cais uma infinidade de bares, restaurantes, salientando aqui um bar de nome Bar Clínic, onde recriaram um ambiente hospitalar bastante original, o Restaurante  Forbidden, muito bonito decorado com lanterninhas lindas e estátuas dos guerreiros Dakota, uma infinidade de lojas como  a Royal Selangor, fontes jorrando água e para quem curte esporte com bastante emoção o G- Max Reverse- Bungif, uma cápsula de 60m em aço reforçado que é atirada ao ar livre como se fosse uma catapulta na velocidade de 200km por hora durando a viagem 5 min. Vi também aguá jorrando do chão para refrescar ou mesmo banhar os transeuntes.

Prédios coloridos
Todo o trajeto de ruas limpíssimas e prédios coloridos, velhos e novos. É a área mais badalada da cidade, frequentada pelos nativos, moradores, turistas de todas os lugares do mundo, pessoas de todas as idades. Muito bonita também  a noite a noite.

Um belo restaurante o Indo Chine

O Robertson Quay é uma parte do complexo também muito bonita, com bares, restaurantes, uma praça de rara beleza, teatro e casa de shows. As fotos seguintes são de lá
No Robertson Quay com a minha filha e netos.
As margens do Rio Cingapura
Entre flores e Jardins

Nas fotos, uma pequena tomada do que seja o Robertson Quay, foram 2 dias de passeio a pé para conhecer tudo e mais um dia de passeio  de barco. Um dos teatros o Singapore  Repertory do complexo a praça e a fonte jorrando água. 
Tudo muito original, bem organizado e bonito, almoçamos durante os 3 dias de passeio em vários restaurantes, esse é o Boomarang Bristro & Bar
Pratos deliciosos no Boomarang, adorei o romus e o pão árabe.


Viagem a Cingapura




Chegamos ao final do jardim Japonês, depois de me estasiar com tanta beleza. Caminhamos até a  uma belíssima ponte toda trabalhada em marmorite branco, que separa os dois jardins e chama-se Pai Hung Ch'iao ou Ponte do Arco Iris Branco, que segue o estilo do palácio de verão de Pequim. É muito bonita com detalhes talhados por toda sua extensão que fotografei em várias posições e tomadas de imagem. Não se pode deixar de olha-la por pelo menos uns 10 a 20 minutos, prende a atenção de tão bela e aconselho vê-la bem. 
A ponte do Arco Ires Branco
                                       
                                         Começamos a percorrer o Chines Garden, e não menos belo do que o Japonese, e nem menos cheio de atrativos, ambos são lindos e vale a pena seguir seus detalhes. Entramos no Abundance Garden, ou Jardim das Abundâncias e nele encontramos o famoso e tradicional Horoscopo Chinês. Os animais do horóscopo são talhados em pedras brancas de tamanho grande e todos espalhados por um jardim estupendo onde fiquei sabendo existir uma árvore que chamam de Árvore Romana de Shantung ( típica da China) com mais de 100 anos plantada ao lado das 12 representações de animais do horoscopo.