sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Viagem a Cingapura





                                              Como  estou passando 3 meses nessa cidade fantástica, versátil, organizada, e badalada, posso me estender com calma e conhecer também com calma os melhores e mais importantes pontos turísticos.
Ai estou no passeio a pé pelo Clarke Quay
O começo da nossa caminhada
                                                         Não se pode ir a Cingapura sem conhecer o complexo Quay, a pé e de barco. Esse complexo engloba toda a extensão do Rio Cingapura e suas margens, o velho e o novo num maranhado de prédios moderníssimos e armazéns do antigo cais da era Inglesa.




                                                       Começamos a caminhada pelo Clarke Quay, O Robertson Quay, assamos pelo Boat Quey, terminando no Complexo Marina que também pertence ao complexo Quay. Pelos caminhos de ruas estreitas e largas, vimos belos jardins, antigas docas, belos armazéns de cais uma infinidade de bares, restaurantes, salientando aqui um bar de nome Bar Clínic, onde recriaram um ambiente hospitalar bastante original, o Restaurante  Forbidden, muito bonito decorado com lanterninhas lindas e estátuas dos guerreiros Dakota, uma infinidade de lojas como  a Royal Selangor, fontes jorrando água e para quem curte esporte com bastante emoção o G- Max Reverse- Bungif, uma cápsula de 60m em aço reforçado que é atirada ao ar livre como se fosse uma catapulta na velocidade de 200km por hora durando a viagem 5 min. Vi também aguá jorrando do chão para refrescar ou mesmo banhar os transeuntes.

Prédios coloridos
Todo o trajeto de ruas limpíssimas e prédios coloridos, velhos e novos. É a área mais badalada da cidade, frequentada pelos nativos, moradores, turistas de todas os lugares do mundo, pessoas de todas as idades. Muito bonita também  a noite a noite.

Um belo restaurante o Indo Chine

O Robertson Quay é uma parte do complexo também muito bonita, com bares, restaurantes, uma praça de rara beleza, teatro e casa de shows. As fotos seguintes são de lá
No Robertson Quay com a minha filha e netos.
As margens do Rio Cingapura
Entre flores e Jardins

Nas fotos, uma pequena tomada do que seja o Robertson Quay, foram 2 dias de passeio a pé para conhecer tudo e mais um dia de passeio  de barco. Um dos teatros o Singapore  Repertory do complexo a praça e a fonte jorrando água. 
Tudo muito original, bem organizado e bonito, almoçamos durante os 3 dias de passeio em vários restaurantes, esse é o Boomarang Bristro & Bar
Pratos deliciosos no Boomarang, adorei o romus e o pão árabe.


Viagem a Cingapura




Chegamos ao final do jardim Japonês, depois de me estasiar com tanta beleza. Caminhamos até a  uma belíssima ponte toda trabalhada em marmorite branco, que separa os dois jardins e chama-se Pai Hung Ch'iao ou Ponte do Arco Iris Branco, que segue o estilo do palácio de verão de Pequim. É muito bonita com detalhes talhados por toda sua extensão que fotografei em várias posições e tomadas de imagem. Não se pode deixar de olha-la por pelo menos uns 10 a 20 minutos, prende a atenção de tão bela e aconselho vê-la bem. 
A ponte do Arco Ires Branco
                                       
                                         Começamos a percorrer o Chines Garden, e não menos belo do que o Japonese, e nem menos cheio de atrativos, ambos são lindos e vale a pena seguir seus detalhes. Entramos no Abundance Garden, ou Jardim das Abundâncias e nele encontramos o famoso e tradicional Horoscopo Chinês. Os animais do horóscopo são talhados em pedras brancas de tamanho grande e todos espalhados por um jardim estupendo onde fiquei sabendo existir uma árvore que chamam de Árvore Romana de Shantung ( típica da China) com mais de 100 anos plantada ao lado das 12 representações de animais do horoscopo.


segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Conhecendo Cingapura

                                 Continuando meu passeio pelos Jardins Japonês e Chines, cheguei ate o Japonese Stone Lanternins. A curiosidade marcante dessa parte dos jardins está por conta das lanternas espalhadas por todos os lugares e principalmente nessa parte que chamamos de Stone Lanternins que são uma tradição japonesa. Conta a história que foram construídas no Japão so século  VII pelo filho do imperador Suiko em um local as margens do lago da província de Kawachi, como proteção contra ladrões.

Conhecendo Cingapura.

O passeio hoje foi aos tradicionais jardins Chinese end Japonese Garden, os tradicionais jardins Chines e Japonês.
São jardins muito bonitos exatamente como os do Japão e da China, cheios de pontes, pequenas cachoeiras decorativas, plantas nativas, córregos, pontes, pedras, estátuas, lanternas, pagodes e quiosques.
A porta vermelha chama-se Toril Gates ou  seja Toril- sagrado e Gates- portões. São portas ou portões sagrados que separam os templos do mundo profano, e estão sempre em frente a algum templo.
Dentro desses jardins magníficos e ainda no Jardim Japonês, entrei no Bonsai Garden.Na foto uma pequena amostra do imenso jardim e dos milhares de Bonsais que tive o privilégio de conhecer.
                                          Os Bonsais representam plantas que apesar das dificuldades do clima, e do terreno, sobrevive e supera os obstáculos. Não é apenas uma técnica, é uma arte e sensibilidade,árvores pequeninas que representam a vitória sobre os anos e sobre os terrenos, representam a luta de um incansável guerreiro sobre as rochas e os ventos. Medem mais ou menos 15cm de altura e são chamados de
Chohim, os de 25cm a 45cm são chamados de Chumono, muito lindos de se ver e vale a pena percorrer todo ele.